Aprendi a gostar mais de mim. Tomei uma dose de amor-próprio, estou me amando em primeiro lugar, em segundo e em terceiro.Fechei todas as portas pra esse bando de gente falsa que me rodeava, resolvi deixar de lado todos eles, foi a atitude mais certa que fiz na minha vida, excluí tudo que me deixava mal, por que percebi que não valia a pena continuar nessa. E decidi me amar, por que se eu não me amasse, quem iria? Percebi que nessa vida é cada um por si, cada pessoa que resolva suas coisas sozinhas, cada um que se vire. Ninguém pensa mais nos outros, somente em si próprio e na sua felicidade. Então se todos pensam assim por que eu tenho que continuar sendo a ‘boazinha’ e continuar sempre pensando nas pessoas, nos seus sentimentos, me importando de nunca machucá-las, de sempre dar o meu melhor pra elas, por que eu tenho que esconder minha dor, e ir cuidar das dos outros, por que? Não faz nenhum sentido, então resolvi me fechar pra esse tipo de pessoas que não ligam pra mim e que só me fazem mal, e resolvi me tornar o mais amarga possível com elas, por que é assim que as pessoas querem e é assim que elas dão valor.”

Posted 3 Junho 2012, há 10 horas | 74 notas | reblog this post
(originally recuperarte / via conhecer-te)

Eu não sou feita, perfeita para você, eu já entendi. E de alguma forma entender isso já não me dói tanto. Afinal, quantas pessoas existem? E quantos homens compõem o mundo? Perdi muito tempo tentando mudar e me moldurar de acordo com seu jeito, suas atitudes e conceitos, tentando ser perfeita para você, tentando chamar sua atenção. Mas, agora, nada disso importa. Retomei minha consciência e minha essência, e percebi que se você realmente me quisesse ou me precisasse, do jeito como eu era, e voltei a ser, estaria ótimo. Não tenho o que você gosta e sinceramente, nós não iriamos formar aqueles casais de filmes. Não iriamos nos agarrar no corredor da nossa casa após uma briga, não acabaríamos na cama após uma discussão, não nos beijaríamos depois de uma crise de ciúmes. Nós não fomos feito um para o outro, e eu já me conformei. Do que adiantaria continuar presa à tudo, se no final, você me deixaria para ir atrás do que na sua visão, realmente vale à pena? Eu não te culpo. Eu não te julgo por não gostar de mim. E nem por nada. Aliás, não me culpo também. Parei de me criticar como se eu fosse um monstro escondido no armário de uma criança, como se eu roubasse os sonhos dos mais bonitos sonhadores, como se eu fosse a ladra das palavras dos mais lindos poetas. Você simplesmente não gosta de mim e eu simplesmente não sou o que você sonha. Tudo é muito simples, apesar de eu ter complicado tanto. Meus olhos, finalmente, voltaram a brilhar e meu coração a palpitar. Eu finalmente despertei e pude ver a estrada que me espera. Tudo irá se compor de batalha, amores, decisões e descobertas. Tudo bem, se você quer saber. Com algumas lágrimas e noites perdidas, pude perceber que sim, tudo bem não ser amada de volta. Você não é obrigado à gostar de mim, do que sou ou o que posso ser. É um direito seu, e agora, eu entendo. Erguer a cabeça e continuar. Não sou a perfeição para você, mas a qualquer instante, posso ser para outro alguém, e preciso estar pronta para a recepção. A vida não é um livro, um filme de comédia romântica, muito menos uma música agitada. O máximo que podemos fazer é torná-la parecida, mas da forma como eu estava presa e viciada em você, eu não conseguiria nada. A mudança chegou, o amadurecimento também. Desejo tudo de bom à você e tudo de bom à mim. Que você ache a garota que sempre procurou, e que eu ache o garoto que sempre procurei. E que eles nos correspondam. Com um sorriso no rosto te digo com toda a certeza: Tudo bem! Você não me quis, eu não fui feita para você, nosso amor não foi escrito nas estrelas. Mas, pode ter certeza, eu ainda vou achar o meu príncipe, meu sapo, o cara que vai sentir por mim, tudo o que eu sentir por ele. Você não tem culpa por não gostar de mim, e eu também não tenho. A vida é isso. Agora eu sou feliz, e espero que você também seja.(observad0ra)

Posted 3 Junho 2012, há 10 horas | 33 notas | reblog this post
(originally observad0ra / via conhecer-te)
Hoje resolvi caminhar à beira do lago… Para pensar um pouco em mim, e como de costume, pensei o tempo todo em você.
Mary    (via maisumnasociedade)
Posted 3 Junho 2012, há 10 horas | 467 notas | reblog this post
(originally escritosaspressas / via maisumnasociedade)
Posted 4 Maio 2012, há 4 semanas | 16 568 notas | reblog this post
(originally m0rtality / via my-future-is-up-to-god)
Posted 4 Maio 2012, há 4 semanas | 23 434 notas | reblog this post
(originally ri0tts / via whisky-ecstasy)
Você sabe que é amado (a) porque lhe disseram isso? A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas, e que dá uma sacudida em você quando for preciso. Ser amado é ver que ele (a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás. É ver como ele (a) fica triste quando você está triste, e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d’água. Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro. Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta. Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!
— Arnaldo Jabor  (via realidadesdeummenino)
Posted 4 Maio 2012, há 4 semanas | 722 notas | reblog this post
(originally 10-de-dezembro / via realidadesdeummenino)
Ontem, eu chorei. Voltei para casa, fui para o meu quarto, sentei na beira da cama, chutei os sapatos, desabotoei o sutiã e caí no choro. Quero que vocês saibam que eu chorei até meu nariz escorrer molhando a blusa de seda que comprei na liquidação. Chorei a até minha cabeça doer tanto, que eu mal via a pilha de lenços de papel no chão aos meus pés. Quero que vocês saibam que ontem eu chorei pra valer. Ontem, eu chorei por todos os dias em que estive ocupada demais, ou cansada demais, ou com raiva demais para chorar. Chorei por todos os dias, por todas as formas e por todas as vezes que desonrei, desrespeitei e desliguei meu Eu de mim mesma. Mas meu Eu se refletiu de volta para mim quando os outros fizeram comigo as mesmas coisas que eu já fizera comigo mesma. Chorei por todas as coisas que me foram roubadas; por todas as coisas que eu pedi e que não consegui receber; por todas as coisas que, depois de conquistar, eu dei a outras pessoas em circunstâncias que me deixaram vazias, gasta e exaurida. Chorei porque realmente chega um momento em que a única coisa que nos resta é chorar. Ontem, eu chorei. Chorei porque meninos pequenos são abandonados pelos pais; e as meninas são esquecidas pelas mães; os pais não sabem o que fazer e por isso vão embora; as mães são abandonadas e ficam com raiva. Chorei porque eu tive um menininho, e porque eu ainda era uma menina pequena, e porque eu era uma mãe que não sabia o que fazer, e porque eu queria tanto que meu pai estivesse comigo, que chegava a doer. Ontem, eu chorei. Chorei porque feri alguém. Chorei porque fui ferida. Chorei porque a ferida não tem para onde ir senão até o mais fundo da dor que a causou, e quando chega lá a dor acorda você. Chorei porque era tarde demais. Chorei porque tinha chegado a hora. Chorei porque minha alma sabia que eu não sabia que minha alma sabia tudo o que eu precisava saber. Chorei um choro espiritual ontem, e esse choro me fez muito bem. E me fez muito, muito mal. Em meio ao meu choro, senti minha liberdade vindo, porque ontem, eu chorei sobre cada momento da minha vida.
Ontem eu chorei    (via realidadesdeummenino)
Posted 4 Maio 2012, há 4 semanas | 5 520 notas | reblog this post
(originally embriagar-se / via realidadesdeummenino)
Se você perguntar o que me fez gostar de você, eu não vou saber responder. Posso até arriscar alguma coisa, elogiando o teu sorriso ou dizendo o quanto eu gosto desse teu jeito implicante e que me dá razão para tudo. Mas ainda seria pouco. É pouco. Eu posso continuar arriscando, dizendo que foram as tuas mensagens no meio da madrugada, falando que você perdeu o sono e que passou a noite pensando em mim. Em nós. Ou que foram as demonstrações de carinho e cuidado que você me deu, mesmo quando eu fui egoísta e mandei você embora. Posso, também, dizer que foram as noites que passamos conversando, coisas importantes e outras nem tanto, e que de tanto ficarmos juntos, peguei as tuas manias todas para mim. Posso dizer que foram as vezes que você me chamou para ficar ao teu lado, pra me dar um chamego ou um abraço quando eu me sentisse um pouco insegura em relação a qualquer coisa – ou pessoa – que ameaçasse roubar você de mim. Ou que foram os teus elogios e a tua maneira de me encher de mimo, mesmo quando eu teimo dizendo que não quero ou não preciso. Posso dizer, ainda, que foram a tua atenção e paciência, quando tudo que eu fiz foi te pedir pra me deixar em paz, quando rejeitei a tua companhia. Que foram todas as vezes que você me enxergou melhor do que eu realmente sou, e me fez querer ser melhor do que eu poderia ser. Que foram todas as vezes que você insistiu em mim e não desistiu de me mostrar que somos melhores juntos, um ao lado do outro, tendo um ao outro e sendo um do outro. Posso arriscar um pouco mais e dizer que foi quando você me surpreendeu com um “eu te amo tanto” ao invés de um “gosto tanto de você”. E juntando tudo isso, eu tenho você. Inteiro. Completo. Você. Que uma vez chegou a me dizer que estaria longe de ser quem eu esperava ou queria comigo. Você. Que não fazia parte dos meus planos, e por quem eu não poderia me apaixonar. Você. Que conquistou cada pedacinho de mim. E que ganhou meu coração. Você. Que tem o meu amor. E me tem, amor.
Plenitude  (via realidadesdeummenino)
— Filho, acorda! Já são seis e meia da manhã. Anda!
— Mãe…
— O que foi? Por que não acordou ainda? Vou ter que ir aí te tirar da cama?
— Deixa eu faltar? Por favor…
— Ué, faltar por que? Não está doente, nem com braço ou perna quebrada. Não vejo motivos.
— E precisa estar doente ou com a perna quebrada pra ter preguiça?
— Preguiça? Então você quer faltar por preguiça? Espero que não seja isso o que eu ouvi.
— É sim. Preguiça de encarar a realidade, de encarar as pessoas, de ter que sorrir em meio a uma multidão que mal sabe o que se passa dentro de ti. E precisa estar doente por fora pra se sentir a pessoa mais cansada do mundo por dentro? É preguiça sim, de ter que aturar dezenas de pessoas fingindo que se importam, e outras fingindo que você não está ali. É preguiça sim, mãe… De encarar essa vida vazia, que só me faz cansar e voltar pra casa com a ideia de que nada valeu a pena, de que tudo foi igual, e de que se eu soubesse que tudo se repetiria de novo, eu teria gravado um DVD e passado o dia assistindo.
Posted 4 Maio 2012, há 4 semanas | 5 730 notas | reblog this post
(originally sabedorias / via maisumnasociedade)
Resumindo>Meu nome e rebeca tenho 12 anos sou uma garota timida ,sincera,legal,conselheira,amiga e bonita para aluguns e como todos tenho defeitos.....e com todas essas qualidades e sem esqueçer os defeito sou do tipo de garota que conquisto todos com meu jeito ser....e meu jeito de ser é sendo eu mesma,acreditando que pra tudo tem um começo e um fim.....e independetemente do que acharem de mim eu nao to nem ai porque tudo que eu quero e ser feliz do lado de quem eu amo de verdade.... *-*

theme por nostalgia-surreal; base por amar-gura e memorias agridoces; alguns detalhes originais dameiopasso, heyilove e elasocurtejackdaniels; não copie, pf ):
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